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Construir Casa em Portugal – etapas para construção da sua moradia

Construir Casa em Portugal – etapas para construção da sua moradia

Nada melhor que começar o novo ano que se avizinha com novos projetos. Melhor ainda quando temos o conhecimento necessário para que a sua realização seja concretizada.

A A+D Studio pode ajudar a concretizar o seu sonho!

Sempre sonhou em ter sua própria casa. Já avaliou os prós e os contras de construir ou comprar e decidiu construir! Mas agora vem a pergunta crucial: quanto custa construir uma casa nos dias de hoje? E quais são os custos que deve considerar desde já?

Planeamento

A elaboração de um programa em conjunto com a equipa de arquitetos, é um processo de troca de informação mútua. Um bom planeamento irá esclarecer o dono da obra quanto à dimensão do edifício, o desempenho, os custos e prazos do projeto e obra. Para um desenho sustentável nesta fase, o arquiteto deverá aconselhá-lo sobre as potencialidades de um bom desenho para melhorar o desempenho ambiental do edifício.

Custo inicial e custo ao longo do ciclo de vida do edifício

O custo de construção de um projeto bem planeado muitas vezes é menor do que o de um projeto mal executado. Além disso, é importante considerar que o custo adicional de componentes de alta qualidade frequentemente compensa a longo prazo. Investir em isolamentos mais espessos, vidros de baixa emissividade, sistemas de iluminação passiva com deteção de movimento, aquecimento controlado por temperatura externa e iluminação artificial controlada por células fotoelétricas pode implicar um custo inicial mais elevado. No entanto, em muitos casos, essa diferença de custo está diminuindo, podendo ser rapidamente compensada pela economia no custo de manutenção e operação.

Estamos aqui para ajudá-lo a construir a casa dos seus sonhos. Assim como os três porquinhos, que protegiam o seu futuro, também deve construir o seu futuro passo a passo, tijolo por tijolo, começando por um orçamento sólido antes de iniciar a construir a sua casa.

 

Deixamos-lhe 8 aspetos a ter em consideração se pretender construir casa em 2025

  1. Escolha do terreno

Para iniciar a construção de uma casa de raiz, é essencial escolher o terreno adequado. Este é o primeiro grande passo deste projeto e deve ser cuidadosamente ponderado. Um terreno inadequado pode implicar custos adicionais para lidar com problemas como linhas de água ou corrigir declives, que frequentemente exigem movimentação de terra, entre outros. É importante também garantir que o terreno está localizado numa área autorizada para construção e e dotado de infra estruturas básicas, como rede de água, gás e eletricidade. Caso contrário, será necessário considerar o custo adicional para instalar estas infraestruturas básicas, especialmente em áreas não loteadas.

Qual a diferença entre um projeto “chave na mão” e construir uma casa de raiz?

Para quem deseja construir uma moradia, mas não tem disponibilidade ou não deseja tratar de todo o processo sozinho, a solução “chave na mão” pode ser muito apelativa. Com esta opção o cliente pode escolher o terreno no qual pretende construir a sua futura casa, qual o tipo de construção que prefere e o próprio projeto de arquitetura.
A empresa que estiver por detrás do projeto trata de tudo, inclusive das licenças necessárias.

  1. Atenção na localização

Ao nível do preço, é claro que a localização geográfica terá muita influência. Um terreno próximo da praia ou de uma cidade (especialmente nas áreas metropolitanas do Porto e Lisboa), por exemplo, será, à partida, mais caro do que um localizado numa zona rural interior ou com menos acessibilidades.

Após encontrar o terreno, prepare-se para tomar diversas decisões! Em cada etapa da projeto/construção, terá de fazer várias escolhas que irão impactar o custo final da sua casa. É essencial começar com uma visão detalhada e bem planeada da casa que deseja. E não nos referimos apenas ao número de quartos e aos acabamentos. Se não definir o seu orçamento desde o início, acabará por ter de efetuar muitos pedidos de alteração ao projeto.

  1. Qual será a dimensão da sua habitação?

Naturalmente, quanto maior for a habitação, mais elevado será o custo, a não ser que opte por materiais mais económicos. Ainda assim, mesmo que selecione materiais mais acessíveis, o tamanho da moradia poderá sempre influenciar o custo final, uma vez que uma habitação maior implica não só mais materiais como mais mão-de-obra e, consequentemente, um maior número de horas de trabalho.

Optar por uma casa pré-fabricada também pode ser uma solução mais acessível em termos de preço e mais rápida a construir.

  1. Reabilitação

Regra geral, é mais sustentável renovar e reutilizar edifícios existentes do que demolir e construir de novo. A reabilitação implica um consumo de menos materiais e menos energia em demolição e transporte. O âmbito dos projetos de reabilitação pode variar desde a renovação da decoração interior até à renovação parcial da estrutura primária com as consequentes alterações e renovações. As instalações de aquecimento e arrefecimento, ventilação e iluminação, tornam-se mais eficazes e os elementos exteriores tais como janelas e portas, podem contribuir para um melhor desempenho energético.

  1. Ter em consideração a mão-de-obra necessária para construir uma casa

Construir uma casa envolve uma equipa multidisciplinar e pode ser desgastante ter de ser o Dono de Obra a coordenar e a gerir os diferentes intervenientes nas diferentes fases da obra. Se porventura escolher entregar o seu projeto a um construtor ou mesmo a uma empresa especializada nesta área, não gastará tanto tempo a procurar. Aconselhamos a solicitar um orçamento e ponderar pela solução mais vantajosa.

  1. Quais são as licenças necessárias?

O facto de comprar um terreno não significa que possa usar e dispor livremente da área abrangida. Existem condicionantes legais a respeitar neste âmbito. Se pretende recuperar uma casa antiga, conheça aqui as licenças necessárias.

É mais barato comprar ou construir uma casa? Portanto, depois de reduzir o custo de construção de uma casa, você pode se perguntar se é mais económico comprar uma já existente. Boa pergunta. Novamente, os fatores que influenciam os custos de habitação são variados, tornando impossível fornecer uma resposta única. No entanto, podemos ajudar a tomar uma decisão.

  1. Assistência à obra ou fiscalização?

A fiscalização de obra é assegurada por um elemento ou equipa, que é, simultaneamente, o interlocutor do dono de obra. O empreiteiro principal lida no local com a sua equipa e com um conjunto de especialistas. No entanto, muita questão tem que ser igualmente coordenadas: a qualidade da construção, o cumprimento rigoroso dos projetos e o controlo eficaz dos custos dos materiais e da mão de obra. A gestão da construção dotada de uma consciência ambiental e a correta execução de certos itens poderão melhorar consideravelmente o desempenho da construção.

  1. Recepção da obra

Antes de ser efetuada a recepção da obra pelo Dono de Obra, o arquiteto faz a inspeção ao edifício para última verificação de acordo com os desenhos e peças escritas entregues. A entrega pode envolver o fornecimento de desenhos da construção e especificações, recomendações sobre a manutenção dos sistemas e dos componentes, bem como sobre reparações, desempenho das instalações especiais e, cada vez mais, uma Pasta com recomendações de segurança sobre manutenção e reparação.

 

Está pronto para construir a casa dos seus sonhos?

Peça a nossa consultoria ou seu orçamento para projeto arquitetura aqui.

Certificação energética em casas antigas

Reabilitação - Certificado energético

Certificação energética em casas antigas

Como explicamos num outro artigo, certificação energética é um documento que avalia o desempenho energético de um edifício,  atribuindo-lhe uma classificação de eficiência energética numa escala de A+ (mais eficiente) a F (menos eficiente). Este processo envolve uma análise das características do edifício, os materiais com que foi construído, incluindo isolamento, sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado, entre outros. No nosso país, a certificação energética é obrigatória tanto para edifícios novos como para os existentes, quando estes são colocados para venda ou arrendamento.

O certificado energético é obrigatório em casas antigas?

No que diz respeito à legislação portuguesa sobre a certificação energética de edifícios antigos, esta é regida pelo Decreto-Lei n.º 118/2013, de 20 de agosto. Este, estabelece as normas e procedimentos para a certificação energética em Portugal, incluindo a obrigatoriedade do certificado energético em casa antigas a partir do momento em que são colocadas à venda ou para arredar.

O certificado tem de ser apresentado aquando da celebração do contrato de compra/venda ou arrendamento, atestando, que a informação sobre a que classe energética o imóvel pertence. Os edifícios que sejam alvo de intervenções superiores a 25% do seu valor são obrigados a solicitar a emissão do certificado energético.

Quando se trata de casas antigas em Portugal, a certificação energética pode ser um desafio devido às características específicas destes edifícios devido às paredes, janelas desatualizadas e sistemas de aquecimento ineficientes ou inexistente. Ainda assim, é fundamental cumprir com a legislação em vigor, que não só permite aos proprietários compreenderem o desempenho energético das suas propriedades, como também informa potenciais compradores ou inquilinos sobre os gastos/custos de energia associados.

Situações que dispensam a apresentação de certificado energético

Existem no entanto algumas situações específicas em que a apresentação do certificado energético não é obrigatória. De acordo com a legislação em vigor, algumas das situações que dispensam a apresentação deste certificado incluem:

  • Os edifícios unifamiliares na medida em que constituam edifícios autónomos com área útil igual ou inferior a 50m2;
  • Os edifícios de comércio e serviços devolutos, até à sua venda ou locação depois da entrada em vigor do presente diploma;
  • Os edifícios em ruínas;

Para mais informações consulte o nosso artigo ou através do website oficial da ADENE.

Certificação Energética – Quem faz e quanto custa?

Sustentável

Certificação Energética – Quem faz e quanto custa?

Se pensa vender ou arrendar o seu imóvel ou caso possua uma edifício novo deverá obter o seu certificado energético. Este é um documento (obrigatório) que é apresentado quando é celebrado o contrato de compra e venda e informa o novo proprietário ou inclino sobre as condições energéticas do imóvel assim como das medidas de melhoria a implementar para melhorar a sua eficiência.

O que são os peritos da ADENE?

Para que seja possivel obter o certificado energético deve solicitar avaliação de um perito qualificado pela Agência para a Energia, a ADENE. Esta agência nacional tem como missão o desenvolvimento de atividades de interesse público na área da energia, do uso eficiente da água e da eficiência energética da mobilidade. Por isso sempre que solicitar um certificado energético, verá patente no seu orçamento duas vertentes diferentes que são: O custo que o perito leva pelo serviço (pode variar de perito para perito) e o custo inerente às taxas da ADENE (Taxas fixas).

Onde posso encontrar peritos da ADENE?

Os peritos que estão reconhecidos pela ADENE estão identificados no site com uma bolsa de peritos.

A emissão do certificado energético é obrigatório para habitações novas ou para imóveis que estão presentes no mercado para venda ou arrendamento.

Este documento é um forma de avaliar o seu imóvel sobre a sua eficiência energética numa escala de A + (muito eficiente) a F (pouco eficiente).

Para obter o seu certificado deverá de recorrer à bolsa de peritos da Agência da Energia, denominada ADENE.

Quais os valores a pagar?

Indo de encontra ao tema em questão e abordando o mesmo, entra aqui um dos fatores que irá influenciar o preço do seu certificado:

  • As taxas à ADENE, pois para além do custo da certificação energética, que pode variar de perito para perito, existe ainda uma taxa tabelada que é paga diretamente à ADENE.

As taxas cobradas pela ADENE variam e estão agrupadas pelas seguintes  tipologias:

Edifícios de habitação:

  • Tipologias T0 e T1: €28,00
  • Tipologias T2 e T3: €40,50
  • Tipologias T4 e T5: €55,00
  • Tipologias T6 ou superior: €65,00

Edifícios de comércio e serviços:

  • Área igual ou inferior a 250 m2: €135,00
  • Área superior a 250 m2 e igual ou inferior a 500 m2: €350,00
  • Área superior a 500 m2 e igual ou inferior a 5000 m2: €750,00
  • Área superior a 5000 m2: €950,00

A estes valores, acresce IVA à taxa em vigor.

Este preço é fixo e caso receba o seu orçamento discriminado, já sabe que estes são os valores que deverá pagar correspondente às taxas da ADENE. Outra questão que pode variar e por consequência aumentar o seu orçamento são os documentos que são obrigatórios apresentar ao perito aquando da visita ao imóvel, exemplos disso são:

  • copia da planta da casa;
  • caderneta predial;
  • certidão de registo na conservatória;
  • ficha técnica da habitação.

Qual a validade dos certificados energéticos?

O prazo de validade dos certificados energéticos varia consoante o tipo de certificado, o objeto da certificação energética e o estado do edifício, nos seguintes termos:

  • Pré-Certificados energéticos – 10 anos;
  • Certificados energéticos – 10 anos;
  • Certificados energéticos dos GES (grandes edifícios de comércio e serviços) – 8 anos;
  • Primeiros certificados energéticos dos GES de edifícios novos e grandes renovações – 3 anos.

A A+D Studio Arquitetura poderá ajudá-lo com o seu certificado, temos na nossa equipa peritos certificados pela ADENE09, contacte-nos.

Qual a importância da certificação energética dos edificios?

Certificado Energético - ADENE

Qual a importância da certificação energética dos edificios?

O certificado energético é um documento que avalia a eficiência energética do seu imóvel. A classificação descrita neste documento vai permitir perceber o desempenho energético do seu imovel e quais as medidas a implementar para uma melhor eficiência energética.

No que toca, à importância deste documento para os edifícios, realçamos os seguintes pontos:

  • Redução dos consumos energéticos – Ao implementar as medidas de melhoria indicadas por um perito qualificado o seu imóvel irá usufruir de uma melhor eficiência energética, reduzindo os custos energéticos;
  • Valorização do seu edifício – Face ao itens anteriores não poderíamos estar mais de acordo com a  expressão – “certificar é valorizar” slogan de uma campanha da Agência para Energia, ADENE;

Já falamos em 2 características importantes para si e para o seu imóvel. Mas sabia que pode usufruir de apoios financeiros que visam a melhoria do seu edifício, indicamos alguns dos programas aos quais pode concorrer:

  • Programa Vale Eficiência;
  • Edificios + sustentáveis;
  • IFRRU
  • FEE

Estes financiamentos tem como objetivo apoiar dois tipos de beneficiários: pessoas singulares proprietárias de edifícios de habitação existentes e ocupados unifamiliares ou de frações autónomas em edifícios multifamiliares (beneficiário do tipo A) e pessoas coletivas de direito privado, proprietárias de edifícios de serviços existentes e ocupados (beneficiário do tipo B).

  • Edifício “Eco friendly” – Como última característica não podemos deixar de referir que implementando as melhorias, o seu imóvel será “amigo do ambiente” e contribuirá para um mundo mais verde e sustentável.

A A+D Studio Arquitectura poderá ajudá-lo a escolher as melhores soluções para o seu projeto e à medida das suas expectativas.

Certificação Energética – isenção

Certificado energético

Certificação Energética – isenção

Quando falamos na isenção dos certificados energéticos, referimo-nos à situação em que se encontra dispensado ou livre de pagar taxas à agência da energia (ADENE), ou em alguns casos o facto de estar dispensado de pedir o certificado energético.

Começamos pela primeira situação, a isenção de taxas à ADENE. Quando solicita um certificado energético, normalmente terá dois custos associados, um custo pelo serviço

do perito que normalmente pode variar de empresa/perito e as taxas a pagar à ADENE consoante a tipologia do seu imóvel ou consoante as dimensões do espaço comercial.

Caso já possua um certificado energético com o prazo de validade de 10 anos e tiver implementado as medidas de melhoria da classe energética do edifício para o mínimo de “B-“ fica isento de pagar as taxas à agência da energia.

Caso o seu edifício seja considerado uma ruína, sem condições de habitabilidade também fica isento de pagar taxas à ADENE.

No entanto, existe mais situações que dispensam de certificados energético que iremos ver de seguida.

As informações adiante disponibilizadas foram retiradas do portal da SCE, referente às situações que dispensam apresentação de certificado energético. As tipologias de imóveis que dispensam a apresentação de certificado energético são os seguintes:

  • As instalações industriais, pecuárias ou agrícolas não residenciais com necessidades reduzidas de energia ou não residenciais utilizadas por sector abrangido por acordo setorial nacional sobre desempenho energético;
  • Edifícios utilizados como locais de culto ou para atividades religiosas;
  • Edifícios ou frações exclusivamente destinados a estacionamentos não climatizados, a oficinas e a armazéns em que a presença humana não seja significativa, não ocorrendo por mais de 2 horas/ dia e não representando uma ocupação superior a 0.025 pessoas/m2; (Decreto-Lei nº 251/2015 de 25 de novembro);
  • Edifícios unifamiliares na medida em que constituam edifícios autónomos com área útil igual ou inferior a 50m2;
  • Edifícios de comércio e serviços devolutos, até à sua venda ou locação depois da entrada em vigor do presente diploma;
  • Edifícios em ruínas;
  • Infraestruturas militares e os edifícios afetos aos sistemas de informações ou a forças e serviços de segurança que se encontrem sujeitos a regras de controlo e de confidencialidade;
  • Edifícios de comércio e serviços inseridos em instalações sujeitas ao regime aprovado pelo Decreto-Lei nº 71/2008, de 15 de abril, alterado pela Lei nº 7/2013, de 22 de janeiro;
  • Venda ou doação a coproprietários, a locatários, em processo executivo, a entidade expropriante ou para demolição total confirmada pela entidade licenciadora competente;

Acrescem ainda as seguintes situações de exceção relativas a atos que, embora sobre edifícios abrangidos pelo SCE, não carecem de apresentação do respetivo certificado energético, designadamente:

  • Locação do lugar de residência habitual do senhorio por prazo inferior a 4 meses;
  • Locação de quem seja já locatário da coisa locada.

Situações adicionais:

  • Contratos de doação e de herança, uma vez que se reportam a uma transação não onerosa do edifício;
  • Venda de frações ou edifícios em processos de insolvência, enquanto interpretação extensiva da exceção prevista para os processos executivos;
  • Os contratos de trespasse em que se verifique unicamente a transferência de equipamentos ou serviços (esta exclusão não se aplica quando o contrato de trespasse englobe também a transmissão do espaço físico onde o referido estabelecimento se encontre instalado).

As situações acima descritas encontram-se assim dispensadas das obrigações previstas no SCE, com especial destaque para a inscrição do número do(s) certificado(s) energético(s) nos contratos ou dever de comunicação à ADENE das situações de não evidência deste(s).

A A+D Studio Arquitetura estamos disponíveis para ajudá-lo com este tema, se têm alguma dúvida, contacte-nos.

Reabilitação de Edificios low cost e sustentável

Low cost

Reabilitação de Edificios low cost e sustentável

Sabia que é possível construir e reabilitar a baixo custo reaproveitando materiais e utilizando recursos sustentáveis e reciclados? No nosso país dispomos de ecoprodutos nacionais com certificados internacionais.

Conjugar a sustentabilidade ambiental à construção e reabilitação de edifícios é possível de ser feita numa versão low cost,. No entanto é importante clarificar a conotação pejorativa de low cost que não é ser rápido e de má qualidade.

Ser low cost é ter preocupações sustentáveis aliando a esse princípio conceitos inovadores na aplicação destes materiais.

Na opinião da A+D Studio, o conceito low cost deve ser entendido como “um projeto que sintetiza as condições de mercado, respeita o ambiente, reutiliza recursos, incorpora a mais recente tecnologia e resulta numa obra que se espera contribuir para a valorização do meio, sem o agredir e concebido para durar”.

Consideramos que esta otimização é conseguida através de uma rentabilização máxima de todos os investimentos no processo de construir. Neste sentido, a construção de edifícios deverá seguir os princípios da arquitetura sustentável tirando o máximo partido dos recursos naturais e dos recursos existentes para garantir, com a mínima intervenção na paisagem, o máximo de conforto e uma maior durabilidade dos edifícios.

Construção e reabilitação, a baixo custo, implicam que o projeto tenha em conta o levantamento das características e da história da região que, ao mesmo tempo, levam a que as estruturas metálicas substituam o Betão armado, e se aposte na melhoria da ventilação e da iluminação natural das casas. Em relação aos materiais, a eficiência passa pela instalação de lâmpadas de baixo consumo, materiais naturais de isolamento, caixilharias eficientes e redutores de caudais. Muito importante também é a necessidade da criação de um manual de utilização dos aparelhos e da sua manutenção.

Na A+D Studio apresenta sempre esta perspectiva sobre todos os seus projetos de arquitetura. Se pretendem reabilitar e tem a mesma perspectiva que nós, contacte-nos, ajudamos em todo o processo.