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Arquitetura de Interiores

Decoração de Interiores: Como Integrar Móveis Antigos na Decoração Moderna

A fusão entre o clássico e o contemporâneo está cada vez mais presente nos projetos de interiores. Integrar móveis antigos na decoração moderna é uma forma de criar espaços com personalidade, história e sofisticação.

Para quem valoriza autenticidade e carácter nos ambientes residenciais, os móveis antigos representam muito mais do que peças funcionais. São elementos com memória, artesanato e design atemporal que, quando bem enquadrados, enriquecem qualquer estilo decorativo.

 

Vantagens de Usar Móveis Antigos

  1. Valor Estético e Exclusividade

Cada peça antiga é única, com acabamentos e materiais que dificilmente se encontram em mobiliário contemporâneo. Adicionam charme, textura e profundidade visual.

  1. Sustentabilidade e Economia Circular

Reutilizar móveis existentes evita desperdício e reduz a necessidade de novos recursos. É uma escolha consciente e alinhada com princípios de decoração sustentável.

  1. Carácter e História

Um aparador de família, uma mesa de madeira maciça ou uma poltrona vintage podem contar histórias e transmitir um sentimento de continuidade e enraizamento.

Dicas para Integrar Móveis Antigos em Ambientes Modernos

  1. Crie Contrastes Intencionais

Combine uma cómoda antiga com um espelho minimalista ou uma mesa de jantar clássica com cadeiras contemporâneas. O contraste deve ser equilibrado e pensativo.

  1. Mantenha a Paleta Coerente

Cores neutras e materiais naturais ajudam a integrar diferentes estilos. Se necessário, pode optar por restaurar ou pintar o móvel para melhor harmonia cromática.

  1. Use como Peça de Destaque

Um móvel antigo pode ser o ponto focal da divisão. Evite sobrecarregar o espaço com várias peças antigas em simultâneo.

  1. Misture Estilos com Equilíbrio

Scandi, industrial, rústico ou minimalista: todos os estilos podem beneficiar de um elemento vintage bem colocado. O segredo está na proporção e na seleção cuidadosa.

  1. Valorizando a Iluminação

Uma boa iluminação destaca texturas, pormenores e formas dos móveis antigos, realçando a sua presença sem os tornar dominantes.

Integrar móveis antigos na decoração moderna é uma forma inteligente de equilibrar memória e contemporaneidade, estilo e sustentabilidade. Quando bem escolhidos e posicionados, estes elementos elevam qualquer ambiente.

Procura apoio profissional para criar uma decoração personalizada e com identidade? Visite o nosso site e fale com a nossa equipa especializada.

Vantagens e Desvantagens de uma Distribuição em Espaços Abertos e Amplos

A organização dos espaços interiores tem um impacto direto na funcionalidade, conforto e estética de qualquer habitação moderna. Saiba quais são os prós e contras dos espaços abertos e amplos na arquitetura contemporânea.

A distribuição em espaços abertos e amplos é uma tendência crescente em projetos de habitação e reabilitação urbana. Esta solução, muitas vezes associada a conceitos como “open space” ou “planta livre”, visa promover ambientes mais fluídos, luminosos e sociais. No entanto, tal como qualquer escolha de design, traz vantagens e desafios a considerar, especialmente para quem procura conforto, funcionalidade e eficiência energética.

Vantagens dos Espaços Abertos

  1. Maior Luminosidade Natural

Ao eliminar divisões interiores, permite-se que a luz natural se propague mais facilmente por todo o espaço, reduzindo a necessidade de iluminação artificial.

  1. Sensação de Amplitude

Espaços abertos criam uma percepção de maior dimensão, mesmo em áreas de metragem reduzida, valorizando a experiência espacial.

  1. Flexibilidade de Utilização

Com menos barreiras físicas, é mais fácil adaptar o espaço a diferentes necessidades, sejam elas familiares, profissionais ou de lazer.

  1. Convivialidade e Integração Social

Esta tipologia facilita a interação entre os ocupantes, tornando-se ideal para famílias e situações em que se pretende um ambiente mais comunicativo e fluido.

Desvantagens a Considerar

  1. Falta de Privacidade

A ausência de divisões pode ser desconfortável em situações que exigem concentração, trabalho ou simples momentos de tranquilidade.

  1. Maior Propagação de Ruído

Sem barreiras físicas, o som circula livremente, o que pode comprometer o conforto acústico.

  1. Dificuldade de Controlo Térmico

Em espaços amplos, manter uma temperatura homogénea pode ser mais difícil, o que influencia diretamente a eficiência energética.

  1. Organização Visual Mais Exigente

Num espaço aberto, a desorganização é mais visível. Exige maior cuidado na escolha e disposição do mobiliário e elementos decorativos.

Conclusão

A distribuição em espaços abertos e amplos oferece claras vantagens em termos de luminosidade, flexibilidade e estética contemporânea. No entanto, é fundamental ponderar as necessidades específicas de cada família ou utilização para garantir o equilíbrio entre funcionalidade e conforto.

Se procura apoio na concepção de um projeto com espaços bem pensados e adaptados ao seu estilo de vida, entre em contacto connosco e descubra como podemos ajudar.

Planta de Casa: Exemplos e em Que Consiste

Planta de casa

Imagine-se a caminhar pela sua casa antes de erguer a primeira parede: cada divisão banhada pela luz perfeita, a circulação perfeita entre os espaços e detalhes pensados para o seu conforto. A planta de casa é esse mapa dos seus sonhos, a base para evitar imprevistos e criar uma casa que conte a sua história. Ao longo deste artigo, vai descobrir tudo o que precisa de saber para analisar, escolher e optimizar o layout ideal para o seu projecto residencial.

 

O que é uma planta de casa?

Uma planta de casa é um desenho técnico, com escala, que descreve a distribuição de ambientes, estruturas e circulações. Funciona como o guia para construtores, engenheiros e instaladores:

  • Define paredes, pilares e vigas
  • Indica portas, janelas e vãos de passagem
  • Mostra pontos de água, esgotos e ligações eléctricas
  • Representa mobiliário fixo (cozinha, casa de banho, roupeiros)

 

Componentes Principais de uma Planta

  • Escala

Escala reduzida (por exemplo, 1:50 ou 1:100) para relacionar medidas do desenho com as dimensões reais.

  • Cotas

Valores numéricos que indicam comprimentos de paredes, vãos e espaços de circulação.

  • Legenda e Simbologia

Explica símbolos de portas, janelas, louças sanitárias, pontos de luz e interruptores.

  • Orientação Solar

A seta do norte permite optimizar iluminação natural e conforto térmico.

  • Indicação de Níveis

Cotas de piso acabado e desníveis entre áreas (interior/exterior).

 

Casa Térrea

  • Ambientes num único piso, sem escadas
  • Ideal para famílias com crianças pequenas ou mobilidade reduzida
  • Facilidade de integração interior-exterior em jardins e pátios

 

Casa dois pisos (Rés-do-chão + Piso Superior)

  • Áreas sociais (sala, cozinha, sala de jantar) no rés-do-chão
  • Quartos e escritório no piso superior, garantindo privacidade
  • Aproveitamento vertical de terrenos urbanos de área reduzida

 

Plantas em OpenSpace

  • Cozinha, sala de estar e sala de jantar integradas num único espaço
  • Sensação de maior amplitude e flexibilidade de uso
  • Necessidade de estudo de fluxo de circulação e isolamento acústico

 

Normas e Regulamentação

  • Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU): pé-direito mínimo e condições de habitabilidade
  • Regulamentos municipais: recuos, implantação e índices de impermeabilização

 

Checklist para Escolher a Planta Ideal

  • Identificar número de quartos, home office, garagem e áreas de convívio
  • Analisar orientação solar e condicionantes topográficos
  • Definir orçamento e nível de personalização
  • Verificar cumprimento de todas as normas locais e nacionais

 

O que deve considerar ao analisar uma Planta

  • Funcionalidade e Fluxos: perceba se a circulação entre áreas sociais, íntimas e de serviço é lógica e eficiente.
  • Iluminação Natural: avalie a posição de janelas e vãos para garantir entradas de luz em todas as horas do dia.
  • Ventilação e Conforto Térmico: procure corredores de vento e soluções passivas (brises, beirais) para reduzir uso de climatização.
  • Privacidade e Acústica: confira a distância entre quartos e áreas de convívio, e o isolamento entre paredes e pisos.
  • Flexibilidade e Futuras Alterações: identifique espaços multifuncionais que permitam adaptar o uso ao longo dos anos.
  • Cumprimento Normativo: garanta que pé-direito, acessos e recuos cumprem RGEU e regulamentos municipais.
  • Sustentabilidade e Eficiência Energética: analise a orientação para painéis solares, aproveitamento de águas pluviais e materiais eco-friendly.
  • Orçamento e Viabilidade Construtiva: compare custos de fundações, estrutura e acabamentos propostos para evitar surpresas financeiras.
  • Valorização Imobiliária: considere como o projecto pode influenciar a liquidez e o preço de venda futuros.
  • Manutenção e Durabilidade: escolha revestimentos e soluções construtivas que reduzam custos de manutenção a médio e longo prazo.

 

Desenvolver a planta de casa é o primeiro passo para um projecto residencial bem-sucedido. A seleção entre casas térreas, de dois pisos ou em OpenSpace deve alinhar estética, conforto e orçamento.

Para avançar no seu projecto, consulte as nossas soluções personalizadas e solicite um orçamento sem compromisso.

Casas de banho modernas: Inspiração e considerações essenciais

Casas de Banho modernas

As casas de banho deixaram de ser apenas espaços funcionais para se tornarem autênticos refúgios de conforto, bem-estar e estilo. No A+D Studio Arquitetura, acreditamos que uma casa de banho moderna deve conjugar estética, praticidade e personalidade. Neste artigo, exploramos ideias inspiradoras e os aspetos essenciais a considerar na conceção deste espaço tão importante.

 

  1. Minimalismo com carácter

Linhas simples, cores neutras e materiais naturais (como pedra, madeira e cimento polido) continuam a ser uma forte tendência. O minimalismo moderno aposta numa sensação de ordem e tranquilidade, mas com elementos que acrescentam identidade: um lavatório esculpido, uma torneira em preto mate ou um espelho com luz embutida.

 

  1. A luz como protagonista

A iluminação natural deve ser potenciada sempre que possível, através de janelas amplas, claraboias ou painéis de vidro fosco. Complementarmente, aposte em luzes LED embutidas, fitas decorativas e espelhos retroiluminados para criar diferentes ambientes: relaxante, funcional ou sofisticado.

 

  1. Espaço e organização inteligentes

A funcionalidade é essencial. Mobiliário suspenso, divisões ocultas e nichos embutidos ajudam a manter a casa de banho organizada e visualmente leve. Num projeto moderno, cada centímetro é pensado para combinar utilidade com design.

 

  1. Materiais resistentes e sensoriais

Revestimentos cerâmicos de grande formato, microcimento, madeira tratada e superfícies mate dominam os projetos contemporâneos. Além da durabilidade, oferecem uma experiência tátil e visual sofisticada.

 

  1. Sustentabilidade e eficiência

Torres e chuveiros com sistemas de poupança de água, iluminação LED, ventilação natural e escolha de materiais ecológicos são considerações fundamentais numa abordagem moderna e responsável.

 

Conselho A+D Studio

Antes de iniciar um projeto de remodelação ou construção, defina prioridades: conforto térmico, arrumação, facilidade de limpeza ou estilo visual. Um projeto bem pensado integra todos esses aspetos de forma equilibrada e personalizada.

Na A+D Studio, criamos casas de banho que inspiram e melhoram o dia a dia. Fale connosco para desenhar a sua.

Impacto do SIMPLEX na Arquitetura e Construção em Portugal

Impacto do SIMPLEX na Arquitetura e Construção em Portugal

O programa SIMPLEX tem vindo a transformar a forma como os serviços públicos operam em Portugal. No setor da arquitetura e da construção, o impacto é particularmente significativo em 2024 com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 10/2024. Esta legislação representa um salto qualitativo na simplificação de processos, promovendo maior eficiência, digitalização e responsabilidade técnica.

 

  1. Aceleração dos licenciamentos

O SIMPLEX trouxe a possibilidade de deferimento tácito, onde o silêncio da Câmara Municipal dentro do prazo legal significa aprovação do projeto. Além disso, muitas obras deixam de necessitar de licença formal, podendo iniciar-se com uma simples comunicação prévia ou até estar isentas de controlo prévio.

 

  1. Digitalização de procedimentos

Um dos pilares do SIMPLEX é a digitalização. A criação da Plataforma Eletrónica dos Procedimentos Urbanísticos vai permitir que todos os processos sejam submetidos, acompanhados e decididos online, eliminando deslocações e promovendo maior transparência.

 

  1. Redução de burocracia e encargos

Com menos documentos, menos pedidos de pareceres externos e eliminação de exigências obsoletas (como o alvará de construção ou a ficha técnica da habitação), os projetos tornam-se mais simples e rápidos, poupando tempo e dinheiro a todos os envolvidos.

 

  1. Mais autonomia para arquitetos e engenheiros

O novo regime transfere para os técnicos a responsabilidade pela conformidade dos projetos. Isto valoriza o seu papel e permite que os municípios se concentrem na fiscalização posterior, em vez de na verificação prévia.

 

  1. Maior previsibilidade para investidores e promotores

Com prazos definidos, menos incertezas e procedimentos mais claros, o ambiente torna-se mais atrativo para investir em habitação, reabilitação urbana e projetos turísticos.

 

O SIMPLEX não é apenas uma reforma administrativa — é uma mudança de paradigma. Com menos barreiras e mais responsabilização, a arquitetura e a construção em Portugal ganham eficiência, qualidade e agilidade.

Se tem um projeto em vista, esta é a altura ideal para avançar. Fale connosco e saiba como beneficiar deste novo enquadramento legal.

 

Ainda tem dúvidas, a A+D Studio Arquitectura poderá ajudá-lo em todo o processo.

As principais alterações do Decreto-Lei n.º 10/2024: o que muda para quem quer construir ou reabilitar

principais alterações do Decreto-Lei n.º 10/2024:

Entrou em vigor a 4 de março de 2024 o novo Decreto-Lei n.º 10/2024, uma reforma profunda nos licenciamentos urbanísticos em Portugal. Se está a pensar construir, reabilitar ou investir num imóvel, estas mudanças podem acelerar bastante o seu processo. Neste artigo, resumimos o que precisa de saber.

 

  1. Menos burocracia, mais rapidez

Uma das grandes novidades é a simplificação dos licenciamentos. Muitos processos passam a ser feitos por comunicação prévia — basta comunicar à Câmara, sem precisar de aprovação formal. Em alguns casos, nem isso: há intervenções que passam a estar isentas de controlo prévio.

 

  1. Licença tácita: o silêncio vale como aprovação

Se o município não responder dentro do prazo legal, considera-se o projeto aprovado. Este é um mecanismo que pretende evitar atrasos injustificados.

 

  1. Sem necessidade de alvará de licença de construção

Basta o comprovativo do pagamento das taxas para dar início à obra. Esta alteração reduz etapas e tempo de espera.

 

  1. Alterar o uso de um imóvel ficou mais simples

Quer transformar um espaço comercial em habitação, ou vice-versa? Desde que não envolva obras, basta uma comunicação prévia com resposta em 20 dias.

 

  1. Câmaras passam a confiar mais nos técnicos

Os projetos de especialidades (como redes de água, eletricidade ou gás) deixam de ser validados pela Câmara. Passa a ser da responsabilidade dos técnicos habilitados.

 

  1. Digitalização total até 2026

Prevê-se uma plataforma eletrónica nacional, onde será possível submeter, acompanhar e receber decisões de forma 100% digital. Isto vai uniformizar procedimentos em todo o país.

 

  1. Regras mais modernas: adeus a algumas exigências desatualizadas

O antigo Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU) vai sendo revogado progressivamente. Isso permite maior flexibilidade em projetos habitacionais, como a introdução de kitchenettes.

 

O que isto significa para si?

  • Pode iniciar um projeto de construção ou reabilitação com mais confiança e menos demoras
  • Reduzem-se os custos administrativos e o tempo de espera
  • Os técnicos têm mais responsabilidade, mas também mais autonomia
  • A digitalização vai permitir maior transparência e controlo dos processos

Se está a planear um projeto de arquitetura ou reabilitação, fale connosco.

A A+D Studio Arquitectura poderá ajudá-lo a escolher as melhores soluções para o seu projecto e à medida das suas expectativas.

Orçamento Projeto de Arquitetura

Orçamento

Para poder explorar os serviços de arquitetura e de um atelier de arquitetura é necessária uma compreensão clara das etapas envolvidas na solicitação de orçamentos. Descubra neste artigo como funciona o processo de pedido de honorários, entenda quanto custa um arquiteto e conheça a nossa abordagem na elaboração dos orçamentos.

O pedido de orçamento projeto arquitetura
Destacamos aos nossos clientes a importância crucial do pedido de orçamento. Na A+D Studio, não se trata apenas de disponibilizar um orçamento, mas também do compromisso de o realizar ajustado às suas necessidades e objetivos. Este processo não só evita erros futuros, mas também permite decisões que resultam numa economia de tempo e financeira.
Apenas precisa de nos fornecer informações detalhadas sobre o programa que pretende vir a incorporar no seu projeto para que possamos elaborar um orçamento e planeamento ajustado aos seus objetivos e necessidades.

Como funciona o pedido de orçamento?
As diversas etapas estão detalhadas nos passos abaixo:
1. Primeiro Contacto
Primeiramente, pode dar início ao processo ao entrar em contacto conosco, seja através do nosso formulário de contacto ou por telefone. Nesta fase inicial, pedimos que forneça informações gerais sobre o seu projeto, incluindo a localização, as principais necessidades e objetivos que gostaria de ver integrado no seu projeto.
2. Avaliação e Esclarecimento
Em seguida, entraremos em contacto para agendamento de uma reunião, que poderá ser online ou presencial, com o objetivo de esclarecer eventuais dúvidas e para obter informações adicionais.
3. Proposta de honorários e Cronograma
Posteriormente, com base nas informações recolhidas, apresentaremos a nossa proposta de honorários com um cronograma temporal para desenvolvimento das diferentes fases do projeto.
A nossa proposta apresenta uma explicação detalhada dos serviços que oferecemos, esclarecendo cada etapa do processo, desde a conceção até à conclusão. Nesta etapa, fornecemos informações específicas sobre os pagamentos associados a cada fase do projeto, garantindo uma compreensão clara e transparente.
4. Garantias e Reafirmação da Qualidade
Comprometemo-nos a assegurar qualidade em todas as fases do projeto. Esta garantia reflete a nossa dedicação em fornecer resultados que correspondam às suas expectativas. Ao reiterarmos estes compromissos, pretendemos reforçar a confiança na escolha dos nossos serviços.

Está à procura orçamento para projeto de arquitetura?
Estamos disponíveis para responder a todas as questões que possa ter ao longo deste processo e incentivamos a sua participação ativa para garantir que todas as suas expectativas são atendidas.
Assim, para obter o seu orçamento personalizado, contacte-nos.

Qual o preço de um projecto de arquitectura e de um arquiteto?

Qual o preço de um projecto de arquitectura e de um arquiteto?

Quando se fala em obras de reabilitação ou na construção de um edifício, uma das primeiras perguntas é quanto custa contratar um arquiteto e qual o custo de um projeto de arquitetura. Deste modo, consegue-se prever o montante necessário para construir o projeto dos seus sonhos e perceber um cronograma e respetivos custos fundamentais para o seu orçamento e gestão de expectativas.

O preço de cada profissional ou projeto depende de diversos fatores, entre eles a experiência e a complexidade do que é pedido. Porém, existe uma linha geral que permite ter uma estimativa de custos e que, consequentemente, se poderá transformar num orçamento. Em todo o caso, nada invalida o pedido de orçamento personalizado para conseguir ter acesso ao real custo do que pretende.

De modo a conseguir ajudá-lo a perceber o preço de um arquiteto ou de um projeto de arquitetura, reunimos neste artigo algumas informações relevantes.

 

O que faz um arquiteto?

A arquitetura envolve o processo e o produto do planeamento, conceção, e construção de edifícios ou outras estruturas. Assim, o profissional incumbido de desenhar e projetar edifícios é o arquiteto, que normalmente trabalha com engenheiros e empreiteiros na área de construção. Deste modo, coopera com todas as partes, com o intuito de coordenar e controlar a qualidade da obra.

Este profissional envolve-se em todas as fases do projeto, desde a conceção do conceito, construção até à sua conclusão. Apesar de não ser muito falado, a orientação arquitetónica está disponível para projetos de qualquer envergadura, mediante prazos de concretização distintos. Aliás, estes profissionais podem prestar serviços de consultoria, mesmo quando já existe um plano definido.

 

O que influência o custo de um arquiteto?

Conforme foi referido anteriormente, existem diversas formas de calcular os honorários de um arquiteto. Contudo, outra questão que se coloca é a seguinte: quais são os fatores que, de facto, influenciam o preço de um arquiteto em Portugal?

Tal como seria de esperar, as mais comuns prendem-se com a dimensão do projeto, o acompanhamento ou não de todo o processo de obra e, de forma habitual, a área total da edificação. Porém, existes outros aspetos:

  • Experiência do profissional;
  • O tipo e a quantidade de serviços oferecidos;
  • A complexidade do projeto;
  • Área geográfica onde se situa o edifício.

 

Preço arquiteto e projeto de arquitetura: em que é que se baseia?

Conforme foi explicado, existem algumas variáveis que influenciam na precificação de um projeto de arquitetura. Contudo, convém saber que em Portugal existiram um conjunto de regras que o governo implementou para o cálculo de honorários para projetos.

O primeiro surgiu em 1940 (RCHAP) e mais tarde, em 1972, (ICHPOP), sendo que este último se referia a projetos de obras públicas. Veio substituir o primeiro, cujo cálculo seria feito a partir de uma percentagem do valor da obra a executar. Mais tarde, em 2003, devido à livre circulação de pessoas e bens no espaço comunitário, assim como a livre concorrência do mercado, proibiu-se a fixação de tabelas de preços por parte das associações profissionais. Entre elas encontra-se a Ordem dos Arquitetos.

Atualmente, os profissionais de arquitetura estabelecem e aplicam os valores em conformidade com o seu trabalho. Contudo, existem essencialmente cinco formas de calcular os seus honorários:

 

  1. Custo em função do tempo despendido

Nesta modalidade é difícil determinar um valor em antemão, uma vez que só depois da conclusão do projeto é que se consegue apurar o número de horas gastos na execução do mesmo. Contudo, pode-se fazer uma estimativa que, tal como é possível perceber, poderá diferir do resultado final, que, entre outros, depende do número de alterações feitas.

 

  1. Preço em função do trabalho/valor fixo

Em função do que o cliente pedir, o profissional poderá apresentar um valor fixo pelo trabalho a ser executado. Neste caso, é importante saber em antemão o que está incluído no preço final para que não tenha nenhuma situação inesperada com o seu projeto.

 

  1. Cálculos em função de percentagem

Esta modalidade prevê que os valores dos honorários são definidos com base numa percentagem da estimativa de custos efetuada pelo arquiteto.
A estimativa de custos, tal como o próprio nome indica, tem como base registos feitos pelo profissional bem como nas informações que as entidades públicas e privadas dão para determinadas licenças. Posteriormente, o valor poderá ser acertado após o real custo da obra.

 

  1. Tabela de valor mediante a área

Muitos arquitetos optam por cobrar de acordo com o metro quadrado dos projetos. Porém, este nunca será um fator isolado, equacionando-se conjuntamente com as horas trabalhadas, reputação, complexidade do projeto ou a necessidade de obter licenças

 

  1. Percentagem dos custos de produção

Quando se fala em projetos de maior dimensão, normalmente construções ou remodelações totais, é comum que os profissionais cobrem uma percentagem dos custos totais da construção.

De modo geral, a empresa de arquitetura define a percentagem a pagar após ser considerado o custo total da obra. Assim, é considerada não só a planificação como todo o processo de demolição, construção, instalação de portas e janelas, entre outros.

Tal como seria de esperar, as percentagens variam em função da extensão dos serviços prestados.

 

Quais são os valores mais comuns para estes serviços?

Com base na informação acima, poderá compreender que os valores variam com base em diversos fatores e por esse facto recomendamos pedir um orçamento personalizado. Só assim conseguirá saber o quanto terá de gastar para ter o seu projeto. Se está à procura de arquiteto peça-nos o seu orçamento, teremos todo o gosto em ajudá-lo.

 

4 vantagens de contratar um arquiteto

Se ainda está reticente quanto à sua contratação, a A+D Studio dá-lhe 4 bons motivos para o fazer.

  1. Taxa de sucesso graças às obras planeadas

Independentemente de serem obras de remodelação ou construção, contar com um projeto detalhado ajuda a que a taxa de sucesso da obra seja maior. Assim, o cliente poderá tomar decisões antecipadamente, garantindo que a construção incluirá todos os detalhes pretendidos.

  1. Viabilidade da Obra

Apesar de se pensar que contratar um arquiteto é indispensável, a verdade é que só assim se consegue a viabilidade do projeto. Porquê? Porque, graças às suas formações e experiência, este profissional conseguirá informá-lo sobre diversas questões, entre as quais:

  • Aquisição do terreno ou imóvel;
  • Programa;
  • Implantação;
  • Como garantir soluções sustentáveis;
  • Quais os materiais a escolher e porquê

Em suma, este profissional irá analisar todas as soluções existentes para apresentar a que melhor se adapta às suas necessidades. Isso inclui a famosa relação qualidade-preço.

  1. Projeto personalizado

Algo com que um arquiteto se preocupa é, precisamente, o gosto e as necessidades do cliente. Como tal, irá tentar entender quais são as suas referências, apresentando um projeto funcional e que vá de encontro as suas expectativas.

  1. Cumprimento do projeto

Por último, mas não menos importante, a presença de um arquiteto garante o cumprimento do projeto. Tal acontece, pois, durante a execução da obra existe um acompanhamento técnico, garantindo a qualidade do projeto.

 

Quanto custa um projeto de arquitetura: as exigências que deve ter na contratação

De modo a que a elaboração dos projetos de arquitetura possa ser a correta, é fulcral encontrar profissionais adequados para realizar os serviços que pretende contratar. Assim, é importante ter em conta dois fatores.

  • Os diferentes projetos arquitetónicos

Cada projeto de arquitetura é único e requer competências específicas por parte dos profissionais envolvidos. Desde a conceção de uma moradia até à elaboração de um projeto de grande escala, as exigências variam significativamente. Assim, ao contratar um arquiteto, é essencial verificar se ele possui experiência e competências no tipo de projeto que deseja desenvolver. Tal garante não apenas a qualidade do trabalho final, mas também uma compreensão aprofundada das exigências específicas do projeto, resultando em soluções mais eficazes e inovadoras.

  • Diversos tipos de edifícios

Além da especialidade, existem arquitetos que se podem especializar em diferentes domínios, isto é, em diferentes tipos de projeto ou tipologias de propriedade. Estes fatores podem, inclusive, ter impacto nos orçamentos que são fornecidos ao cliente. Por exemplo, se se tratam de habitações unifamiliares, podem existir diversos projetos, com subdivisões que podem ser aplicadas:

  • Casa geminada: moradias similares que poupam nos custos, uma vez que reduz a área da fachada;
  • Casas em banda: encontram-se encostadas, mas têm apenas duas fachadas, e são muito económicas do ponto de vista dos custos da obra;
  • Habitação isolada: apresenta quatro fachadas, maior autonomia e privacidade. Contudo, é uma habitação mais cara por metro quadrado, dado que tem mais área de fachada;
  • Multifamiliar: alberga várias famílias num só espaço, como é o caso dos condomínios fechados, acesso por galeria, acesso por caixa de escadas, os prédios ou o acesso direto.
  • Unidade hoteleira, entre outros.

 

Procura uma equipa de arquitetos para o seu projeto de arquitetura?

Peça-nos um orçamento e descubra como é que o podemos ajudar!

Cidades e edifícios sustentáveis

Cidades e edifícios sustentáveis

Atualmente a população mundial vive 50% em cidades, prevendo-se um aumento de 20% até 2050. Com o crescimento das cidades e a subida galopante das temperaturas, torna-se cada vez mais urgente que o sector do planeamento e construção estejam alinhadas e legislados para práticas de construção sustentável/verde.

A construção, os edifícios e um planeamento sustentável e consciente do território é fundamentalmente para um processo de melhoria contínua. É um processo em que através de boas práticas no presente se tornaram as práticas padrão de amanhã, uma base crescente para níveis cada vez mais altos de desempenho.

Na A+D Studio, estamos certos de que a construção verde ajudará a criar comunidades mais vitais, espaços internos e externos mais saudáveis assim como ligações mais fortes com a natureza. O movimento de construção verde esforça-se para efetuar uma mudança permanente nas práticas usuais de projeto, de planeamento, de construção e nas operações, resultando num menor impacto, mais ambientes construídos sustentáveis e, em última análise, regenerativos.

Quer nos Edifícios quer nas comunidades, incluindo os recursos utilizados usualmente na construção dos mesmos e a energia, água e materiais necessários para operá-los têm um efeito significativo no meio ambiente e saúde humana.

A utilização dos edifícios, em conjunto com o sector da construção, é responsável por

Cerca de 39% de todas as emissões de carbono no mundo (Global Status Report 2017), sendo a fase de utilização dos edifícios, responsável por cerca 28% dessas emissões, relacionadas sobretudo com a energia consumida quer para aquecimento como para arrefecimento (correspondendo a 40% no contexto europeu).

São necessárias ferramentas e processos adequados para ajudar os projetos a atingir soluções integrativas, sinérgicas e sustentáveis, dando especial enfase:

ÁS PESSOAS (Capital SOCIAL) – Em que todos os custos e benefícios para as pessoas que projetam, constroem, vivem, trabalham e constituem a comunidade local e são influenciados, direta ou indiretamente, por um projeto.

O PLANETA (Capital NATURAL) – Em que todos os custos e benefícios de um projeto no ambiente natural, local e global.

O LUCRO (Capital ECONÓMICO) – Em que todos os custos e benefícios econômicos de um projeto para todos as partes interessadas (não apenas o proprietário do projeto).

O termo externalidades é usado por economistas para descrever custos ou benefícios incorridos por partes que não são parte de uma transação.

Por exemplo, o preço de compra de um carro não leva em conta o desgaste que vai ter nas vias públicas ou a poluição que vai colocar no meio ambiente. Para alterar o

processo de avaliação para explicar essas externalidades negativas, os profissionais da construção exigem novas métricas.

Os edifícios verdes possuem processos e sistemas de classificação que começaram a encorajar a quantificação de externalidades. O foco passa a ser em primeiro lugar as métricas ambientais, mas a lista está a aumentar para incluir indicadores como a justiça social e saúde pública.

A Sustentabilidade e “verde”, muitas vezes usados de forma intercambiável, e são mais do que apenas reduzir impactos. Sustentabilidade significa criar locais ambientalmente responsáveis, saudáveis, justos, equitativos e lucrativos. Esverdear o ambiente construído significa olhar de forma holística para os aspetos naturais, humanos e económicos.

A A+D Studio Arquitetura procuramos tornar o mundo em que vivemos mais sustentável, recorrendo a ferramentas e materiais cada vez mais ecológicos e sustentáveis. Se pretende um projeto orientado para o futuro, contacte-nos.

Arquitetura sustentável e o projeto de arquitetura

Arquitetura sustentável e o projeto de arquitetura

Aquando da revolução Revolução Industrial, durante o presente século, verificou-se um aumento do poder de compra da população e consequentemente um incremento no consumo de energia.

A alteração nos hábitos, provocou assim um aumento do consumo quer em matérias-primas como em energia, tornando inevitável a existência de uma crise ambiental global, como a desertificação e o abate de florestas, os níveis crescentes de dióxido de carbono causados pelas emissões dos sistemas de aquecimento dos edifícios, entre outros contributos que hoje em dia tão bem conhecemos. É sobretudo por questões razões ambientais que os cidadãos procuram por soluções que reúnam padrões mais elevados para a execução não só de novos edifícios, como soluções para reabilitação de edificios existentes mais sustentáveis.

O caminho para uma arquitetura sustentável é incontornável e trás consigo inúmeras vantagens. As contínuas poupanças financeiras que se conseguem atingir com um desenho eficiente energicamente terá uma grande importância na via diária.

Os custos com o aquecimento durante o Inverno e o arrefecimento nos meses de Verão representam uma parte significativa do rendimento familiar.

Tendo em conta que a redução do consumo de energia utilizada,  é o fator mais importante na sustentabilidade dos nossos edifícios, torna-se também necessário adotar estratégias para reduzir o impacte ambiental noutras áreas do projeto, construção e uso do edifício.

Estas últimas teem em conta a produção de resíduos, os materiais e os sistemas de construção, bem como o consumo de recursos naturais, designadamente a água, vegetação e o solo.

Existem inúmeros fatores a exercer a sua influência nas diversas fases da vida de um edifico, e é consideramos que durante a fase de projeto e construção que quase todos deverão ser definidos. Pois as decisões tomadas nesta fase irão reduzir o grau de consumo de recursos no futuro, tais como a manutenção, a renovação e a conservação.

Existem cinco questões que devem ser consideradas dividem-se pelo:

  • consumo de energia;
  • uso dos materiais;
  • uso da água;
  • gestão de desperdícios;
  • controlo de ruido;

As principais cinco categorias principais que destacamos para ter em conta são:

Materiais

a seleção dos materiais e componentes, deverá ser a mais criteriosa possivel, pois a mesma desempenha um papel importante na determinação do comportamento energético. A energia incorporada numa estrutura de betão pode ser elevada, mas se for planeada para usar aquecimento ou arrefecimento solar-passivo, pode facilmente contribuir para uma redução no consumo de energia em poucos anos de utilização. Quanto a outros componentes, destacam-se os envidraçados com baixos emissivos e instalações eficientes de aquecimento e iluminação

Água

A utilização da água de forma inconsciente e descuidada origina vários problemas ambientais. Está cada vez mais em causa, quer o abastecimento de água a utilizar nos edifícios, quer a condução e tratamento de águas superficiais e de esgotos nas zonas edificadas. As superfícies urbanas impermeáveis aceleram o escoamento de águas pluviais, reduzindo a evaporação natural, provocando a erosão do solo em zonas verdes e nas margens dos cursos de água naturais.

Lixo

Ainda em projeto a equipa projetista pode contribuir para práticas sustentáveis por parte dos proprietários e utentes dos edifícios, planeando a armazenagem segura e adequada dos diversos tipos de lixo. Esta é a fase que precede uma reciclagem ou uma deposição segura e eficiente. Existindo hoje em dia legislação que orienta neste sentido para todos os edificios novos.

Ruído

Os incrementos das altas densidades, juntamente com a mecanização e urbanização, contribuem para que o ruido seja um problema grave em todo Mundo. Os efeitos são mais locais do que globais, mas tem um impacto significativo na qualidade de vida das áreas afetadas.

Energia

Num edifício convencional, a quantidade de energia consumida na utilização é ainda hoje, o que há de mais importante a considerar, do ponto de vista ambiental. No entanto esta situação está a mudar, à medida que os edifícios se tornam energicamente mais eficientes.

Substituir fontes de energia convencionais por fontes renováveis tais como energia solar, a biomassa, a energia eólica, entre outras.

A A+D Studio Arquitetura procuramos escolher as melhores soluções para o seu projeto, contacte-nos.